Criei esse blog com o intuito de postar materiais interessantes, assim como dúvidas a respeito da Enfermagem e com ele, ajudar todas as enfermeiras que necessitam de reciclagem e uma aprimoramento de suas técnicas de enfermagem.
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Meningite C
Um tema q vem sendo bastante discutido é a alta incidência da Meningite C na população, então, vamos falar um pouco sobre ela. A vacina contra a meningite C já passou a fazer parte do calendário do SUS, onde as crianças menores de um ano devem receber duas doses, com dois meses de intervalo e um reforço entre o 12º e 15º mês de vida. A recomendação do calendário básico é bem específica e determina que a primeira dose seja dada com três meses e a segunda com cinco meses. Como a vacina está em fase de implantação, essa recomendação pode ser flexibilizada. Já para as crianças maiores de um ano e menores de dois anos recebem uma dose única.
A vacina pode proteger contra a ameaça da Meningite C
Foi desenvolvida uma vacina contra a meningite C que pode ser aplicada nas crianças a partir de 2 meses do nascimento, adolescentes e adultos, evitando que elas possam ser vitimadas pela meningite C.
Otite média Aguda
As infecções de ouvido estão entre as doenças mais frequentes que ocorrem nas crianças de baixa idade. E pneumococo é um de seus principais agentes causadores.
O tratamento da otite média aguda requer o uso de antibióticos indicados pelo pediatra. Seu uso freqüente e indiscriminado pode fazer com que a bactéria desenvolva resistência aos mesmos, reduzindo a eficácia do tratamento e possibilitando que a doença torne-se crônica.
Casos repetitivos de otite podem resultar em complicações tais como:
●Perda de audição
A BACTÉRIA DA MENINGITE C
A bactéria Neisseria meningitidis, conhecida como meningococo, é a principal causadora da meningite C, uma doença grave que pode ser fatal.
Assim como outras bactérias, ela pode estar presente nas crianças e adolescentes que, por terem sido vacinados ou desenvolvido imunidade, podem estar protegidos da doença.
A meningite C tem, em seu início, sintomas parecidos com os da gripe, confundindo a gravidade da situação.
Apesar de não ser comum, a meningite C pode ser mortal ou ter conseqüências devastadoras, ainda que tratada rapidamente.
Entre as crianças que sobrevivem à meningite C, pode ser grande a presença de seqüelas duradouras e/ou permanentes:
Surdez, Paralisia, Convulsões, amputação de membros, distúrbios mentais, lesões cerebrais.
A vacina pode proteger contra a ameaça da Meningite C
Até há pouco tempo, não havia nenhuma vacina capaz de proteger eficazmente as crianças com menos de 2 anos, justamente a faixa etária de maior risco.
Agora bebês e crianças com mais de 2 meses de idade também têm proteção
Foi desenvolvida uma vacina contra a meningite C que pode ser aplicada nas crianças a partir de 2 meses do nascimento, adolescentes e adultos, evitando que elas possam ser vitimadas pela meningite C.
A Bactéria das doenças pneumocócicas
A bactéria Streptococus pneumoniae, conhecida como pneumococo, pode estar presente no fundo do nariz da criança (rinofaringe), sem causar doenças, fazendo parte da sua flora natural. As crianças que freqüentam creches, escolinhas ou locais de aglomeração com outras crianças, estão sujeitas à exposição e disseminação destas bactérias, podendo adquirir doenças pneumocócicas, que podem trazer sérios riscos à saúde
A bactéria Streptococus pneumoniae, conhecida como pneumococo, pode estar presente no fundo do nariz da criança (rinofaringe), sem causar doenças, fazendo parte da sua flora natural. As crianças que freqüentam creches, escolinhas ou locais de aglomeração com outras crianças, estão sujeitas à exposição e disseminação destas bactérias, podendo adquirir doenças pneumocócicas, que podem trazer sérios riscos à saúde
Graves doenças podem ser evitadas com a vacina contra as doenças pneumocócicas
Otite média Aguda
As infecções de ouvido estão entre as doenças mais frequentes que ocorrem nas crianças de baixa idade. E pneumococo é um de seus principais agentes causadores.
O tratamento da otite média aguda requer o uso de antibióticos indicados pelo pediatra. Seu uso freqüente e indiscriminado pode fazer com que a bactéria desenvolva resistência aos mesmos, reduzindo a eficácia do tratamento e possibilitando que a doença torne-se crônica.
Casos repetitivos de otite podem resultar em complicações tais como:
●Perda de audição
●Dificuldades no aprendizado
●Atrasos no desenvolvimento e na fala
●Necessidade de intervenções cirúrgicas
Doenças Pneumocócicas
Mais de um milhão de crianças abaixo dos 5 anos de idade, morrem no mundo por ano em consequênia de doenças causadas pelo Streptococus pneumoniae.
Doenças causadas por essa bactéria:
●Meningite: infecção das membranas do cérebro e da medula espinhal;
●Bacteremia: quando a bactéria invade o sangue;
Doenças Pneumocócicas
Mais de um milhão de crianças abaixo dos 5 anos de idade, morrem no mundo por ano em consequênia de doenças causadas pelo Streptococus pneumoniae.
Doenças causadas por essa bactéria:
●Meningite: infecção das membranas do cérebro e da medula espinhal;
●Bacteremia: quando a bactéria invade o sangue;
●Sepse: infecção generalizada, que compromete muitos órgãos;
●Pneumonia bacterêmica.
SAE- Sistematização da Assistência de Enfermagem
Boa Tarde Pessoal, vou começar o meu blog postando um assunto de importância ímpar para a Enfermagem, que é a Sistematização do cuidado de enfermagem, visto a grande dificuldade em colocá-lo em prática nas instituições de saúde. Busquei essa dúvidas no site do COFEN.
O QUE É A SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM
A sistematização da assistência de enfermagem constitui um meio para o enfermeiro aplicar seus conhecimentos técnico-científicos, caracterizando sua prática profissional.
O QUE É A SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM
A sistematização da assistência de enfermagem constitui um meio para o enfermeiro aplicar seus conhecimentos técnico-científicos, caracterizando sua prática profissional.
O que é?
É um método sistemático de prestação de cuidados humanizados, que enfoca a obtenção de resultados desejados.
Por que implantar?
A implantação da SAE constitui uma exigência para as instituições de saúde públicas e privadas de todo o Brasil, de acordo com a resolução COFEN 358/2009. É também uma orientação da Lei do Exercício Profissional da Enfermagem (Lei 7.498, de 25 de junho de 1986). Além disso, sua implantação se torna uma estratégia na organização da Assistência de Enfermagem nas instituições, atendendo assim, aos requisitos do Manual Brasileiro da Acreditação Hospitalar.
Quais os objetivos da SAE?
ü Qualificar a Assistência de Enfermagem;
ü Assegurar uma Assistência de Enfermagem mais humana e individualizada;
ü Direcionar as ações de Enfermagem nas 24 horas, facilitando a supervisão da equipe na execução dos cuidados;
ü Favorecer o reconhecimento do trabalho e dos registros de Enfermagem.
Como implantar?
ü Elaboração de um projeto para implantação;
ü Definição do referencial teórico;
ü Criação de grupo de estudos em SAE;
ü Criação de toda estrutura para operacionalização (instrumentos, instruções de preenchimento, divulgação, podendo ser implantada por etapas);
ü Inserção da SAE na filosofia do serviço.
Quais as etapas da SAE?
O Processo de Enfermagem é constituído por 5 etapas:
ü Coleta de dados ou Histórico de Enfermagem;
ü Diagnóstico de Enfermagem;
ü Planejamento do cuidado de Enfermagem;
ü Implementação;
ü Avaliação do cuidado de Enfermagem.
Quem executa a SAE?
O Enfermeiro exerce todas as atividades de Enfermagem cabendo-lhe, privativamente, a consulta de enfermagem, o diagnóstico de enfermagem e o planejamento do cuidado de enfermagem/prescrição de enfermagem.
O Técnico de Enfermagem e o Auxiliar de Enfermagem participam da execução do processo de enfermagem naquilo que lhe couber, sob a supervisão e orientação do Enfermeiro.
Quando implantar?
A decisão do momento da implantação deve ser planejada de acordo com as condições da organização e após treinamento de toda a equipe operacional atendendo aos requisitos mínimos necessários para o desenvolvimento do processo da SAE.
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